Portes desde 1,5€ e gratuitos para compras acima de 40 €
Registe-se e receba no seu email um cupão no valor de 5€
Portes desde 1,5€ e gratuitos para compras acima de 40 €
Registe-se e receba no seu email um cupão no valor de 5€
Portes desde 1,5€ e gratuitos para compras acima de 40 €
Registe-se e receba no seu email um cupão no valor de 5€
Saúde mental significa que a criança ou adolescente se sente bem consigo, consegue lidar com os desafios do dia a dia, mantém amizades e participa na família e comunidade. Tal como a saúde física, a saúde mental deve ser cuidada, observada e falada sem tabus.
Por Paulo Pacheco
Editado a 2025-09-29
Saúde mental significa que a criança ou adolescente se sente bem consigo, consegue lidar com os desafios do dia a dia, mantém amizades e participa na família e comunidade. Tal como a saúde física, a saúde mental deve ser cuidada, observada e falada sem tabus.
Fatores que podem fragilizar
Conflitos familiares, perdas, bullying e isolamento social.
Falta de sono, rotinas desorganizadas, excesso de tempo em ecrãs e comparação constante nas redes.
Pressão académica, dificuldades económicas e ambientes pouco seguros.
Sinais de alerta
Mudanças marcadas de humor ou comportamento (irritabilidade, tristeza persistente, retraimento).
Perda de interesse por amigos, hobbies ou escola; descida do rendimento.
Problemas de sono e apetite; queixas físicas recorrentes sem causa clara; dificuldade de concentração.
O que protege
Rotinas regulares de sono, alimentação equilibrada e atividade física.
Tempo ao ar livre, brincadeira, contacto com pares e construção de competências sociais.
Diálogo aberto sobre emoções em casa e na escola, sem julgamentos nem tabus.
Adultos que dão exemplo de autocuidado e pedem ajuda quando é necessário.
Como agir em conjunto (família, escola e profissionais de saúde)
Em casa: ouvir com atenção, validar o que a criança/jovem sente e ajustar rotinas (sono, ecrãs, trabalho escolar, lazer). Procurar orientação quando os sinais persistem e começam a interferir com a vida diária.
Na escola: promover literacia emocional, prevenir o bullying, criar canais de comunicação rápidos com a família e facilitar a sinalização precoce de dificuldades.
Nos cuidados de saúde: detetar cedo, avaliar de forma integrada (humor, sono, rendimento, relações), partilhar planos claros com a família e rever intervenções ao longo do tempo.
Onde o farmacêutico pode acrescentar valor (sem protagonismo excessivo)
Disponibilizar escuta breve e orientação prática quando surgem dúvidas.
Esclarecer uso seguro de medicação pediátrica quando prescrita (posologia, interações, efeitos a vigiar) e sugerir recursos informativos locais.
Ajudar a desestigmatizar a procura de ajuda especializada, reforçando que “pedir ajuda é cuidado, não fraqueza”.
Mensagens-chave
Pequenas mudanças consistentes (rotinas de sono, menos ecrãs antes de deitar, tempo ao ar livre, conversas regulares) têm grande impacto no bem‑estar.
O objetivo não é “apagar problemas”, mas reconhecer cedo, apoiar de forma continuada e, quando preciso, encaminhar para quem pode ajudar melhor.
Cuidar da saúde mental faz parte do cuidado global da criança e do adolescente — quanto mais cedo se intervém, maior a probabilidade de um percurso saudável e equilibrado.
Gostaste deste artigo?
Partilha com alguém que possa precisar desta informação — e se quiseres mais dicas sobre saúde e bem-estar, acompanha o nosso blog!